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Confira a programação de HOJE do Festival Quarentena

A programação do Festival Quarentena deste sábado (21) já está no ar com diversos artistas visuais, da dança, do teatro, da literatura e da música cearense, tudo gratuito, online e na tela do seu celular!

A primeira live começa às 19h com Victor Cássio (Sobral), estudante de psicologia, fotógrafo e artista visual que chega com a proposta de discutir maneiras criativas e sustentáveis de produção de arte e saúde mental em tempos de tantas instabilidades.

Às 19h40 a transmissão é com o blues de Vinnie Casablanca (Sobral), compositor, guitarrista e motorista de bagageira, que narra suas canções o melhor e o pior da Princesinha do Norte.ㅤ

Às 20h20 o AO VIVO é com o som experimental de Gegê Teófilo (Sobral), compositor, multi-instrumentista e integrante da banda Procurando Kalu.

Às 21h a live é com Jeca Pedregulho (Fortaleza), artista visual e técnica em animação gráfica para jogos eletrônicos na escola Porto Iracema das Artes, que apresenta a performance “Posso te contar um segredo de amor?”. ㅤ

ㅤÁs 21h40 quem assume a transmissão é Barbarase na Musica (Fortaleza), cantora, compositora, instrumentista e pós-graduanda em musicoterapia. Suas composições já tocaram em rádios de Fortaleza, Argentina e do Uruguai, além de ter sido finalista do primeiro Festival de Música de Fortaleza, em 2018.

Às 22h20 quem entra AO VIVO é Holy Ghost Music (Fortaleza), um duo formado por Hyto & Kido que compõem e produzem canções experimentais imersivas, sob influência do dark ambience, trap, R&B e alternativo. ㅤ

 Às 23h a transmissão é um bate-papo com Desconecta o Léo (Fortaleza), fotógrafo, escritor e filmaker que integra o coletivo de audiovisual Tentalize. Léo lançou seu primeiro curta-documentário “Na Beira da Lagoa“, que conta a história de resistência das moradoras que viviam próximo à Lagoa da Pedra, no Conjunto São Cristóvão.

Finalizando as transmissões, às 23h40 a live é com Mateus Fazeno Rock (Fortaleza), apresentando canções do rock de favela com influencias do rap, ragga, reggae, funk, grunge, além de um bate-papo sobre corpos afroindígenas em movimento nas periferias do Nordeste.

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