Mugidores nas ruas

Mais de 100 mil contaminados. 7.500 mortos, e o gado bolsonarista saiu às ruas para protestar e defender seu ídolo delinquente no domingo.
Furaram o isolamento, se aglomeraram em frente ao Museu da República, e a Catedral de Brasília, movidos a raiva, ódio geral, e alucinação.
Havia um acampamento com barracas iguais na Esplanada. E cartazes iguaizinhos. E o gado todo amestrado é chamado de “povo” pelo “e daí”.
Ele, claro, apareceu para saudá-los. Estava tudo combinado e organizado pelos filhos dele.
Jair Bolsonaro minimiza a pandemia, diz que não se trata de nada grave, já chamou de gripezinha e gravidez, e insiste em convencer as pessoas a irem para a rua, e quem é gado vai.
Enquanto isso o Ministério da Saúde, além de todas as autoridades e especialistas do Brasil e do mundo, recomendam o isolamento.
Enquanto eles deliram, o Corona avança pelo país, e o “não sou coveiro” faz de tudo para não mostrar os exames que fez em março.
E assim estamos. Mas não foque só no gado, leve em conta quem ainda apoia o desgoverno deste cara. Familiares, amigos, quem ainda aplaude ou justifica o “e daí” é seguramente muito pior que ele. Treva, é isso…
Por Claudio Teran, via Facebook



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