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Leônidas Cristino defende auxilio emergencial de R$ 600 e vota contra pífio aumento votado na Câmara dos Deputados

Aprovada em primeiro turno nesta quarta-feira (10), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial 186/19, que, entre outros pontos, renova o auxílio emergencial do Governo Federal em 2021, foi rejeitada por seis dos 22 deputados cearenses. Eles alegam que o valor máximo de R$ 375 não é suficiente e defendem o repasse de R$ 600 para a população atingida pela crise sanitária, assim como era no ano passado.

José Guimarães (PT), Denis Bezerra (PSB), Leônidas Cristino (PDT), André Figueiredo (PT), José Airton (PT) e Idilvan Alencar (PDT) encaram a medida como um “retrocesso”. Gorete Pereira (PL) e Moses Rodrigues (MDB) não votaram.

Na Câmara, foram 341 votos a favor, 121 contra e dez abstenções entre os 513 deputados. O texto-base precisa ser votado em dois turnos, sendo necessários, pelo menos, 308 favoráveis em cada um deles.

A PEC Emergencial impõe ainda mais rigidez na aplicação de medidas de contenção fiscal, controle de despesas com pessoal e redução de incentivos tributários.

Segundo o Governo, as parcelas serão de R$ 175 a R$ 375 por quatro meses (março a junho). Para a família monoparental dirigida por mulher, o valor será de R$ 375; para um casal, R$ 250; e para o homem sozinho, de R$ 175.

Através das redes, o pedetista Leônidas Cristino, comparou o valor de R$ 44 bilhões previsto para a nova rodada do auxílio ao montante de R$ 240 bilhões investido no ano passado.

“A PEC Emergencial, como foi posta, dá pouco com uma mão, tira muito com outra. Estes R$ 44 bilhões não vão estimular a economia em recessão, nem atender ao total de desamparados. Em 2020 o auxílio colocou R$ 290 bilhões, evitou a queda de 8% PIB (caiu 4%) e trouxe alívio geral”, escreveu o deputado do PDT.

(com informações do DN)

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