O intenso movimento que agita PDT e aliados no Ceará e no Brasil

O cenário nacional é favorável ao PDT. O partido tem o candidato em terceiro lugar nas pesquisas. Ciro Gomes empata com Sérgio Moro. Lula lidera, com Bolsonaro bem atrás em segundo lugar. As pesquisas estão muito parecidas. A falta de fatos políticos relevantes congela os índices dos candidatos.

No Ceará, o PDT tem tradição de sair atrás e chegar na frente, vencendo. Foi assim com Cid, Roberto Cláudio, Camilo e Luizianne Lins, candidata que recebeu apoio dos pedetistas em Fortaleza. O eleitor, sempre, coloca na liderança das pesquisas quem está em evidência ou participou da eleição anterior. Com a campanha em andamento, o cenário vai mudando.

Do ponto de vista interno do PDT, a leitura que se faz é a existência de dois grupos. A vice-governadora Izolda Cela e o presidente da Assembleia Evandro  Leitão  teriam o apoio do governador Camilo Santana. O ex-prefeito Roberto Cláudio, a simpatia de Cid Gomes. Mauro Filho, o apoio de Ciro Gomes. Na escolha do candidato a prefeito de Fortaleza, o mesmo ocorreu. Sarto foi o escolhido. Venceu a eleição.

Não se pode negar que o cenário político para 2022 é bem mais agudo eleitoralmente, se comparado a anos anteriores. Foi inserido um fator explosivo nessa campanha: o ódio. O outro fator é conhecido: o uso das mentira nas redes sociais, para encantar o eleitor com manjadas promessas, além da pregação do ódio.

O eleitor que vai definir o futuro do Ceará e do Brasil não pode deixar-se motivar por fatores que não o interesse do país e do Estado em que vivemos. Do ponto de vista de animação eleitoral, é preciso aguardar a sequência do calendário. Estamos na temporada dos ajustes, onde parlamentares definem caminhos para garantir sucesso eleitoral. Depois, vêm a federação de partidos e as convenções. Até lá, o eleitor terá emoções. Elas virão para  incendiar as campanhas nos estados e no Brasil.

Fonte: Blog do Roberto Moreira

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