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Cheque sobrevive e é usado para valores maiores

O cheque não morreu. Creia. O uso no Brasil ainda sobrevive, apesar do avanço dos meios de pagamento digitais, como internet e mobile banking, além da criação do Pix em 2020. Levantamento feito pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostra que os brasileiros usaram 112,5 milhões de cheques no ano passado. Mas é sobrevivência mesmo. Ao contrário do vinil, ele não deverá retornar. No ritmo, é meio pré-datado para morrer. As estatísticas revelam que o número de documentos compensados cai ano a ano. Houve redução de 18,2% de 2024 para o ano anterior.

Na comparação com 1995, início da série histórica, quando foram compensados 3,3 bilhões de cheques, a queda foi de 96,62%. O valor médio do cheque é mais alto, o que significa que se usa para transações de maior valor, enquanto as transações menores e do dia a dia são feitas com o Pix. No ano passado, o tíquete médio do cheque aumentou e foi de R$ 4.199,77.

Por Jocélio Leal, n’O Povo

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