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Motociclistas de aplicativo protestam em Sobral e denunciam impacto de fiscalizações da Prefeitura

Motociclistas de aplicativo realizaram, na noite desta terça-feira (7/4), um protesto no Boulevard do Arco, em Sobral, contra ações de fiscalização que vêm resultando na apreensão de veículos e em abordagens consideradas desproporcionais pela categoria.

O ato reuniu dezenas de trabalhadores que buscaram dar visibilidade às dificuldades enfrentadas no exercício da atividade, especialmente diante de medidas que, segundo eles, têm inviabilizado a continuidade do trabalho.

De acordo com os manifestantes, a gestão do prefeito Oscar Rodrigues tem imposto exigências como cobrança de taxa municipal e obrigatoriedade de curso de especialização, sem oferecer as condições necessárias para que os profissionais consigam se regularizar.

Um dos principais problemas apontados é a dificuldade do Sest Senat em formar turmas suficientes, o que acaba impedindo que muitos trabalhadores atendam às exigências. Além disso, os motociclistas denunciam uma espécie de perseguição, alegando que as blitz têm intensificado a pressão sobre quem depende da atividade como única fonte de renda.

Relatos compartilhados nas redes sociais reforçam o drama vivido pela categoria. Em uma das mensagens, um trabalhador afirma que, com as novas regras, não poderá mais atuar como moto por aplicativo por não cumprir exigências burocráticas, mesmo tendo na atividade sua única fonte de sustento.

Entre as principais reivindicações, o grupo cobra abertura de diálogo com o poder público, além do credenciamento de novos Centros de Formação de Condutores (CFCs) para ampliar a oferta dos cursos exigidos por lei federal e pelo Contran.

Os motociclistas também defendem o reconhecimento da atividade como parte do sistema de transporte urbano, com acesso a benefícios semelhantes aos concedidos aos mototaxistas, como redução de IPVA, fornecimento de equipamentos e maior segurança jurídica.

O protesto escancara o impacto direto das decisões administrativas sobre trabalhadores informais e reacende o debate sobre o equilíbrio entre fiscalização e garantia do direito ao trabalho.

1 comentário

italo

ORA, ORA BOLAS , MINHAS BOLA CARAMBOLHAS , NÃO ENROLAS, O HOMI TEM MENTALIDADE PRIVATISTA, ARRECADISTA E FASCISTA. VAI VER QUE METADE DESSES MOTORISTAS E MOTOCICLISTAS FREQUENTARAM MAIS NÃO APRENDERAM NADA EM SUA INSTITUIÇÃO DE DIPLOMA.

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