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Governo e oposição correm contra o tempo para montar chapas

O Brasil segue vivíssimo na Copa do Mundo – pelo menos até o próximo domingo, 5, quando volta a campo pelas oitavas de final.

O que isso tem a ver com as eleições 2026? Tudo – e isso vai muito além da influência do humor do torcedor sobre o eleitor.

Enquanto a Copa durar – esperamos que até a grande final, no dia 19/7 -, as atividades externas de pré-campanha ficam em banho-maria.

As articulações políticas, porém, não param. E aqui está o essencial: os grupos políticos precisam fechar as chapas o quanto antes.

Na média geral, atrasados, todos correm contra o tempo.

Depois da Copa do Mundo, virão as convenções partidárias – de 20/7 a 5/8. Depois, a próxima parada será na fila de votação, no dia 4 de outubro.

GOVERNO
Na base governista, as últimas informações colhidas pela Coluna dão conta da chapa majoritária com o seguinte desenho:

Elmano de Freitas (PT) candidato à reeleição, com Domingos Filho (PSD) na vice. Para o Senado, podem ser Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede).

Na simulação acima, o deputado federal Júnior Mano (PSB) seria o primeiro suplente de Cid. Mas ainda não há nada definido. Há impasses.

OPOSIÇÃO
Pela oposição, o mais ventilado é Ciro Gomes (PSDB) para governador e Roberto Cláudio (União Brasil) na vice. Para o Senado, podem ser Capitão Wagner (União Brasil) e Alcides Fernandes (PL).

Mas, atenção: Wagner pode ir para a disputa de deputado federal. Nessa hipótese, Cândido Albuquerque (PSDB) poderia substituí-lo.

Outra mudança deve incluir pelo menos uma das suplências: Gaudêncio Lucena (PL) iria com Alcides, e não mais com Wagner ou Cândido.

Mas, assim como o governo, a oposição enfrenta indefinições.

Por Erivaldo Carvalho, no Poder News

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