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Atlas/Bloomberg: Flávio Bolsonaro lidera rejeição em pesquisa para presidente

Uma nova pesquisa Atlas/Bloomberg sobre a disputa pela Presidência da República, divulgada nesta quarta-feira (29/7), revela que o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera o índice de rejeição entre os possíveis candidatos ao Palácio do Planalto. De acordo com o levantamento, 52,9% dos eleitores afirmam que não votariam no parlamentar em um eventual primeiro turno.

Na sequência aparece o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com rejeição de 49,4%. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ocupa a terceira posição, registrando 42,6% de rejeição. Logo depois vêm a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com 39,2%, o candidato Renan Santos (Missão), com 38%, e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (PSD), que soma 37,7%.

Comparação entre Lula e Flávio Bolsonaro

A pesquisa também simulou um cenário comparativo para avaliar qual eventual resultado eleitoral desperta maior preocupação entre os brasileiros. Os números indicam que os entrevistados demonstram receio tanto da reeleição do presidente Lula quanto de uma possível vitória de Flávio Bolsonaro.

Segundo o levantamento, 46,6% dos entrevistados afirmaram temer a eleição de Flávio Bolsonaro, enquanto 44,6% disseram se preocupar com a reeleição de Lula. Outros 8,7% responderam que enxergam os dois cenários com o mesmo nível de preocupação, enquanto apenas 0,2% não souberam ou preferiram não responder.

Avaliação do governo Lula

O levantamento também mediu a percepção dos brasileiros em relação ao governo federal. Conforme os dados, 51,2% dos entrevistados desaprovam a gestão do presidente Lula, enquanto 47,6% afirmam aprová-la.

Quando questionados sobre a avaliação do governo, 49,3% classificaram a administração como “ruim” ou “péssima”. Já 37,9% consideram o governo “ótimo” ou “bom”, enquanto 12,7% avaliam a gestão como “regular”.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa Atlas/Bloomberg entrevistou 5.021 eleitores em todas as regiões do Brasil entre os dias 22 e 27 de julho. O levantamento foi realizado por meio de recrutamento digital aleatório, possui margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

O estudo foi financiado com recursos do próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08602/2026. – Com informações do Correio Brasiliense

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