Grendene enfrenta dilema de que ‘vender mais nem sempre significa faturar mais’
A Grendene S/A chegou ao fim do primeiro semestre de 2026 com um contraste importante em seus números: foram 52,4 milhões de pares vendidos, enquanto a receita líquida ficou em R$ 1,086 bilhão, pressionada pela redução do valor médio obtido por par.
O movimento já aparecia no começo do ano. No primeiro trimestre, a fabricante vendeu 25,7 milhões de pares, avanço de 1,6% na comparação anual, mas a receita líquida recuou 5,3%, para R$ 533,8 milhões.
Por trás dessa combinação está uma disputa cada vez mais sensível por preço. A concorrência de produtos asiáticos, especialmente chineses, aumenta a pressão sobre o mercado e ajuda a explicar por que ganhar volume não necessariamente se transforma em crescimento equivalente de receita.
Para uma companhia dona de marcas conhecidas como Melissa, Ipanema, Rider e Cartago, o cenário coloca em evidência um desafio que vai além de simplesmente colocar mais pares no mercado: preservar valor em um ambiente no qual preço virou uma arma competitiva.
O balanço deixa uma pergunta importante para a indústria brasileira: até onde é possível disputar preço sem sacrificar receita?
💬 Na sua opinião, preço ou marca pesa mais na escolha de um calçado?
Fonte: Economic News Brasil
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Rafael
NO SISTEMA ECONOMICO EM QUE VIVEMOS LOGICO QUE É A QUALIDADE E PRINCIPALMENTE PREÇO, HOJE O A POPULAÇÃO NÃO SE ILUDE COM MARCA E MARKETING E OUTRO QUESTIONAMENTO PORQUE QUE UM EMPRESA ASIATICA DE CONTENTA COM 10 CENTAVOS DE LUCROS E UMA EMPRESA BRASILEIRA NÃO SE CONTENTA 10,20 30 REAIS OU MAIS DE LUCRO. ALIAS ISSO JÁ COMOÇOU TAMBEM COM OS AUTOMOVEIS.



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