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Veja como ficou a nova composição do Senado

O Senado terá sua composição alterada a partir de 2027 após a escolha de 54 representantes nas eleições deste domingo (4). Os eleitos ocuparão dois terços das 81 cadeiras da Casa e terão mandatos até 2035. As outras 27 vagas têm mandatos em andamento, que terminam em 2031.

O PL conquistou 19 das 54 vagas em disputa. Na composição projetada a partir dos nomes eleitos e dos mandatos em andamento, consideradas as substituições já previstas em Minas Gerais e no Paraná, o partido terá a maior bancada, com 28 senadores.

Na sequência aparecem o PT, com nove integrantes, e o MDB, com oito. O levantamento ainda poderá mudar com o segundo turno e eventuais trocas partidárias.

Entre os 54 eleitos, 14 conquistaram a reeleição e 40 ocuparão cadeiras hoje exercidas por outros parlamentares. Os escolhidos assumem em 1º de fevereiro de 2027 para um mandato de oito anos.

Já as 27 cadeiras preenchidas na eleição de 2022 continuam com mandatos até 2031. A permanência do mandato, porém, não garante que o mesmo parlamentar siga no exercício do cargo. Licenças e afastamentos para ocupar ministérios também podem mudar os nomes em exercício.

Dois senadores com mandato até 2031 foram eleitos governadores no primeiro turno: Cleitinho (Republicanos-MG) e Sergio Moro (PL-PR). Ao assumirem os Executivos estaduais, suas cadeiras serão ocupadas, respectivamente, por Alex Diniz (PL) e Luis Felipe Cunha (União Brasil).

Segundo turno pode mudar ocupantes das cadeiras

Três senadores com mandato até 2031 avançaram para o segundo turno das disputas pelos governos estaduais, marcado para 25 de outubro.

No Acre, Alan Rick (Republicanos) enfrentará a governadora Mailza Assis (PP). No Amazonas, Omar Aziz (PSD) disputará o cargo com Maria do Carmo (PL). No Tocantins, Professora Dorinha Seabra (União Brasil) terá como adversário Vicentinho Júnior (PSDB).

Se vencerem e assumirem o Executivo, serão substituídos pelos suplentes. Em caso de derrota, poderão continuar no Senado.

Senadores eleitos em 2026 por estado

  • Acre (AC): Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos)
  • Alagoas (AL): Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB)
  • Amapá (AP): Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD)
  • Amazonas (AM): Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB)
  • Bahia (BA): Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT)
  • Ceará (CE): Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede)
  • Distrito Federal (DF): Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL)
  • Espírito Santo (ES): Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos)
  • Goiás (GO): Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União)
  • Maranhão (MA): Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo)
  • Mato Grosso (MT): Mauro Mendes (União) e Zé Medeiros (PL)
  • Mato Grosso do Sul (MS): Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL)
  • Minas Gerais (MG): Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT)
  • Pará (PA): Helder Barbalho (MDB) e Chicão (União)
  • Paraíba (PB): João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB)
  • Paraná (PR): Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo)
  • Pernambuco (PE): Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT)
  • Piauí (PI): Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD)
  • Rio de Janeiro (RJ): Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL)
  • Rio Grande do Norte (RN): Styvenson Valentim (Podemos) e Samanda de Lula (PT)
  • Rio Grande do Sul (RS): Sanderson (PL) e Marcel Van Hattem (Novo)
  • Rondônia (RO): Dr. Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL)
  • Roraima (RR): Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB)
  • Santa Catarina (SC): Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL)
  • São Paulo (SP): Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL)
  • Sergipe (SE): Rogério Carvalho (PT) e Alessandro Vieira (MDB)
  • Tocantins (TO): Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB)

 

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