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Reabertura econômica no Ceará ocorre em período de alto número de mortes, hospitais lotados e poucas vacinas

Cerca de um mês após a aplicação do isolamento social rígido em todo o Ceará, determinado pelo governador Camilo Santana a partir de 13 de março, os números da pandemia de Covid-19 continuam altos e sugerem certa estabilidade no pico. Ou seja, índices de novos casos, óbitos provocados pela doença, positividade de exames e atendimentos em unidades de saúde, por exemplo, são altos, mas pararam de subir abruptamente, como vinha acontecendo desde janeiro deste ano.

No sábado (10), o governo do Ceará anunciou que os serviços não-essenciais, paralisados há um mês, devem voltar a funcionar de forma escalonada. A partir desta segunda-feira (12), podem reabrir comércio e serviços, com limitação de 25% da sua capacidade de público. Além disso, o isolamento rígido foi limitado aos fins de semana e haverá toque de recolher diariamente.

A vacinação, contudo, continua lenta em todo o Estado por causa da baixa oferta de vacinas enviadas pelo Governo Federal. Fortaleza chegou a suspender a aplicação da dose um nos grupos prioritários durante a semana por ausência do imunizante no estoque, mas retomou-a neste sábado (10).

Em Sobral, onde os números continuam inconstantes, o prefeito Ivo Gomes optou por manter restrições mais rígidas e não seguir na íntegra o Decreto de Camilo.

No Decreto Municipal nº 2630, de 11 de abril de 2021, de excepcional, fica autoriza apenas o funcionamento de clínicas de psicologia e clínicas para tratamento de dependência química, inclusive alcoolismo, educação infantil (rede privada) 0 a 5 anos a partir de quarta-feira (14/04), educação infantil da rede pública de 0 a 5 anos – respeitando os 35% da capacidade nas instalações de ensino. Os escritórios advocatícios a partir de quarta-feira (14) também serão abertos.

(com informações do G1 CE)

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