A dor de cabeça na montagem da chapa governista
Está difícil resolver o problema da composição para senador no governismo. Se Cid topa concorrer a novo mandato, o deputado Júnior Mano (PSB) manda recado ameaçando recolher a tropa de 40 prefeitos. Se, por outro lado, Cid declara que não tem interesse em postular assento, abre-se um buraco na chapa. A situação não é mais confortável na segunda cadeira de senador: se Eunício Oliveira (MDB) é confirmado como nome, o PSD de Domingos Filho estrila. Se o emedebista é descartado, o MDB pode se afastar, seja para lançá-lo de modo avulso ou noutra aliança.
Por Henrique Araújo, n’O Povo



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