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Quaest averiguou rejeição, conhecimento e potencial de votos dos presidenciáveis

Rejeição dos candidatos

A Quaest também perguntou aos entrevistados quais candidatos eles conhecem e em quem não votariam de jeito nenhum. A rejeição a Lula e a Flávio Bolsonaro permaneceu nos mesmos percentuais da pesquisa de 2 de setembro. Nos demais nomes testados no segundo turno, houve oscilação de um ponto para cima.

Veja os números:

  • Lula (PT): 53% (eram 53% em 2 de setembro);
  • Flávio Bolsonaro (PL): 55% (eram 55%);
  • Ronaldo Caiado (PSD): 41% (eram 40%);
  • Augusto Cury (Avante): 26% (eram 25%);
  • Renan Santos (Missão): 29% (eram 28%);
  • Romeu Zema (Novo): 39% (eram 38%).

Conhecimento dos candidatos

O levantamento também mede o percentual de eleitores que dizem não conhecer cada candidato. Esse dado complementa o de rejeição: quem declara desconhecer um nome fica em uma categoria separada daqueles que afirmam conhecê-lo e não votar nele.

Veja os números dos que dizem não conhecer:

  • Lula (PT): 3% (eram 3% em 2 de setembro);
  • Flávio Bolsonaro (PL): 5% (eram 5%);
  • Ronaldo Caiado (PSD): 38% (eram 39%);
  • Augusto Cury (Avante): 52% (eram 54%);
  • Renan Santos (Missão): 56% (eram 58%);
  • Romeu Zema (Novo): 41% (eram 43%).

Potencial de voto

A pesquisa ainda perguntou se os entrevistados conhecem e poderiam votar em cada candidato. Essa resposta indica uma possibilidade de voto e é diferente da escolha feita nas simulações de segundo turno, nas quais são apresentados dois adversários.

Veja os números dos que dizem conhecer e que poderiam votar:

  • Lula (PT): 44% (eram 44% em 2 de setembro);
  • Flávio Bolsonaro (PL): 40% (eram 40%);
  • Ronaldo Caiado (PSD): 21% (eram 21%);
  • Augusto Cury (Avante): 22% (eram 21%);
  • Renan Santos (Missão): 15% (eram 14%);
  • Romeu Zema (Novo): 20% (eram 19%).

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e jornal O Globo e entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 03 de setembro a 06 de setembro. O registro no TSE é BR-01720/2026. A margem de erro é de dois pontos e o nível de confiança, de 95%.

Fonte: G1

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