Nunca foi de graça…

Bolsonaro usou verba pública, R$: 120 mil, para bancar o apresentador baixo nível, Sikêra Júnior, da Rede TV. Os pagamentos mensais renderam R$: 800 mil.
A secretaria da Comunicação Social (SECON) pagou os valores entre dezembro de 2020 e abril de 2021. E para a empresa José Siqueira Barros Júnior Produções.
Sikêra, o dono dessa firma de publicidade é um cara espalhafatoso e ignorante. Não tem audiência, vive do sensacionalismo, e de ganhos modestos.
Nunca conseguiu fechar contratos com governos, até Jair Bolsonaro chegar ao poder. A empresa dele jamais ganhou tanto dinheiro como atualmente.
Os documentos da SECON são públicos, e estão com a CPI da COVID. Foram produzidos pelo governo, ou seja, não dá pra dizer que é mentira.
Sikêra recebeu sete repasses generosos do dinheiro público, ou seja, nosso, entre dezembro de 2020 e abril de 2021. Só aí foram R$: 800 mil na conta.
Num dos contratos o apresentador divulgou uma campanha, ‘Cuidado Precoce Para a Covid-19’, que rendeu uma boa grana por mês, R$ 24.000.
Outra campanha, feita em Setembro de 2020, foi generosa com Sikêra. Para divulgar no programa, a, ‘Semana Brasil’, recebeu R$ 16.000,00.
Nos dois casos o principal objetivo do governo era que o espalhafatoso apresentador exaltasse e enchesse a bola do governo e de Jair.
E quanto mais bajulação, que incluiu exclusivas de Bolsonaro no estúdio da Rede TV, Sikêra viu entrar mais verba pública no bolso.
Outros R$ 80.000 foram pagos para campanhas não relacionadas à pandemia: combate à dengue, exposição de crianças na internet e os riscos que isso acarreta, Semana Nacional do Trânsito e Uso Consciente de Energia e Água.
REAÇÕES
– A SECON disse que escolheu Sikêra devido ao tipo de público que pretendia atingir.
– Ele, o apresentador, afirmou que “vive disso”, e que receber publicidade do governo não é crime “e não é uma ilegalidade”, esbravejou.
POIS É
Mas a forma bajulativa de Sikêra, sua conduta baixa, sem ética e negacionista, como podemos confirmar agora, jamais foi de graça. Afinal, ele “vive disso”…
Por Claudio Teran, via Facebook



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